segunda-feira, 27 de junho de 2011

MANUEL VICENTE, TRAMA E EMOÇÃO

MANUEL VICENTE, TRAMA E EMOÇÃO


 

MANUEL VICENTE, TRAMA E EMOÇÃO
Manuel Vicente, Trama e Emoção
“Um sítio para habitar” ou “O espaço do ser” é como Manuel Vicente (Lisboa, 1934) define a arquitectura. Esta exposição é uma retrospectiva dos cinquenta anos de busca por esse ideal de prazer e emoção ou, simplesmente, do sublime que pode existir no nosso quotidiano. Uma leitura antológica da obra de arquitectura de Manuel Vicente.
A mostra é composta por uma selecção de obras, da década de 60 do século XX ao século XXI, da escala da habitação ao território, traçando uma panorâmica da obra do arquitecto. Desenhos originais, maquetas de análise, imagens e textos apresentam os projectos e os espaços edificados. Integra ainda um conjunto de filmes, realizados em Macau no início deste ano, e que propõem uma reflexão sobre a apropriação de algumas dessas obras; um testemunho particular das últimas décadas da presença portuguesa.
Esta exposição faz parte do programa “Manuel Vicente, trama e emoção” de divulgação da sua obra, a propósito da qual se reflecte sobre a importância da arquitectura na sociedade contemporânea e se questiona a relação de Portugal com Macau. Iniciativa da Atalho, laboratório de arquitectura e urbanismo, a exposição é co-organizada com o Departamento de Arquitectura e Urbanismo do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e o Centro de Documentação da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, projecto financiado pelo Ministério da Cultura/ Direcção Geral das Artes.
Galeria Nascente, 24 Junho a 7 Agosto 2011

Folclore da Indonesia

COMPANHIA BIREUN SEUDATI UPH


 

COMPANHIA BIREUN SEUDATI UPH
30 Julho
companhia BIREUN SEUDATI UPH
dança indonésia
21.30
Auditório

Bireun Seudati, a companhia profissional de dança da Universidade Pelita Harapan (UPH), de Jacarta, foi criada em 2005, como forma de os jovens universitários partilharem as suas ideias sobre arte, tradição e herança cultural.
O riquíssimo folclore da Indonésia, um país com 700 grupos étnicos espalhados por milhares de ilhas, tem viajado pelo mundo graças à companhia profissional de dança da Universidade Pelita Harapan (UPH), de Jacarta. Cerca de duas dezenas de bailarinos em palco apresentam coreografias e trajes tradicionais, acompanhados de um grupo de músicos num espectáculo pleno de cor e de sonoridades exóticas.
A dança indonésia, a par da música e dos trajes, reflectem a diversidade étnica e cultural do país: populações de raiz austronésia, formas tribais melanésias e populações de influência asiática e até ocidental, por via da colonização. Cada grupo étnico tem as suas danças próprias o que faz que, no país, existam mais de 3000 danças originais, divididas em três períodos - a era pré-histórica, a era hindu/budista e a era do Islão – e em dois grandes géneros: a dança da corte e a dança folclórica.


terça-feira, 14 de junho de 2011

FILOSOFIA DA HISTÓRIA - Juan Cruz Cruz

FILOSOFIA DA HISTÓRIA - Juan Cruz Cruz
Peso: 450 gr


Livro FILOSOFIA DA HISTÓRIA
de Juan Cruz Cruz
307 páginas
Língua: Português
Tradução: Fernando Marquezini
Editora: Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência "Raimundo Lúlio" (Ramon Llull)
ISBN: 978-85-89294-10-2
Colecão: Manuais
Nº da Edição: 1ª
Ano de edição: 2007
Livro disponível para entrega

O que é o fato histórico? Como se constitui? Como se conhece? Qual é seu princípio e seu fim? O professor Juan Cruz Cruz, com sua conhecida habilidade didática, explica ao leitor todas as noções relacionadas com a História: o testemunho, a narrativa, o tempo, a tradição, a evolução, o sujeito da História. Ficam extraordinariamente clarificados os diversos modelos historiológicos, os temas do progresso e da revolução e, não poderia faltar, o tema da liberdade. Pela primeira vez no Brasil, um completo manual de Filosofia da História, imprescindível para filósofos e historiadores. Clique aqui para ver o índice.

A ESCRITA DA HISTÓRIA - Jaume Aurell

A ESCRITA DA HISTÓRIA - Jaume Aurell
Peso: 450 gr

Livro A ESCRITA DA HISTÓRIA - Dos positivismos aos pós-modernismos
de Jaume Aurell
247 páginas
Língua: Português
Editora: Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência "Raimundo Lúlio" (Ramon Llull)
ISBN: 978-85-89294-20-1
Coleção: História
Edição: 1ª
Ano de Edição: 2010
Livro disponível para entrega




Este novo livro de Jaume Aurell é imprescindível para os estudiosos da História. O autor expõe todas as correntes historiográficas desde finais do século XIX até o presente, explica o seu método e apresenta seus protagonistas. Do que se trata? Ele explica que a historiografia começa com as obras pioneiras de Eduard Fueter e Herbert Butterfield. Em pleno século XX a história passa por uma transformação, e evolui desde os limites impostos pela disciplina até uma reflexão teórica interdisciplinar, apoiada no estudo das epistemologias e nas correntes intelectuais. Surge o resultado de um estudo cada vez mais sutil da história, porque os historiadores refletem sobre o contexto social, institucional e político. Foram os historiadores Georg G. Iggers, alemão, juntamente com o francês Charles O. Carbonell, os que deram esse impulso. Já o ponto de partida do pós-modernismo historiográfico é o livro que Hayden V. White publica em 1973, Meta-história. A imaginação histórica na Europa do século XIX. Trata-se, ao mesmo tempo, de um estudo da história intelectual; de um estudo de historiografia, cuja fonte principal são os textos históricos do século XX; e de um objeto historiográfico em si mesmo considerado. No panorama historiográfico atual crescem os debates sobre o relativismo histórico. Por exemplo, Claude Lévi-Strauss e Karl Popper consideraram que a história nunca é totalmente objetiva porque cada historiador possui um ponto de vista, e sua obra tem validade somente no tempo e para a cultura onde foi articulada. Para Jaume Aurell as coisas não são tão simples assim. Evidentemente, cada escola reflete a tradição e as condições culturais que a envolvem. O que ele não está de acordo é que o entorno seja o fator determinante do relato histórico. Entre o texto e o contexto existe uma relação de complementaridade, o que faz com que o texto adequadamente tratado afirme-se como instrumento irrenunciável para alcançar o conhecimento objetivo da história. Clique aqui para ler mais.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

A Cidade dos Mortos

A Cidade dos Mortos


‎Ontem, ‎12‎ de ‎Junho‎ de ‎2011, ‏‎20:30:39 | bestcineIr para o artigo completo
“A Cidade dos Mortos”, no Cairo, é a maior necrópole do mundo. Um milhão de pessoas vivem dentro do cemitério – em casas tumulares ou nos edifícios que cresceram em redor. Dentro do cemitério há de tudo: padarias, cafés, escolas para as crianças, teatros de fantoches… “A Cidade dos Mortos” estende-se por mais de dez quilómetros ao longo de uma auto-estrada, mas não deixa de ser uma aldeia, com mães à caça de um bom partido para as filhas, rapazes a correr atrás das raparigas, disputas entre vizinhos. Preparado e rodado ao longo de cinco anos (2004-2009), este filme procura dar a ver o a alma invisível deste cemitério.
A Cidade dos Mortos
Sinopse:
Cairo, Egipto. Um cemitério que é uma cidade dentro da própria cidade, ao longo de dez quilómetros de auto-estrada.
Entre túmulos, ou dentro deles, um milhão de pessoas monta as suas casas sobre os familiares que partiram. Tudo nesta cidade é igual a qualquer outra: existem lojas, oficinas, cafés, escolas.
“Aquele, no filme, é o ‘meu’ cemitério do Cairo, é a expressão daquilo que sinto”, confessa Sérgio Tréfaut que afirma ainda encontrar-se nesta simultaneidade: “a consciência da materialidade das coisas, a podridão da carne, o estarmos próximos dos vermes e uma enorme capacidade espiritual daquelas pessoas, uma enorme fé e energia na vida. Uma noção da finitude das coisas sem resignação nem niilismo”.
Trailer:
Realizador: Sérgio Tréfaut
Argumento: Sérgio Tréfaut
Intérpretes: (nada a assinalar)
Estreia Mundial: 2009
Estreia em Portugal: 14 de Abril de 2011
Mais Info: IMDB

O filme “Miral” é um drama centrado numa rapariga orfã palestiniana

‎Hoje, ‎13‎ de ‎Junho‎ de ‎2011, ‏‎há 2 horas atrás | bestcineIr para o artigo completo

O filme “Miral” é um drama centrado numa rapariga orfã palestiniana que cresce durante a primeira guerra Árabe-Israelita, num dilema entre os ensinamentos da mulher que a acolheu, bem como a outras centenas de orfãos, sobre tolerância e o activismo político da homem por quem se apaixona. Freida Pinto será protagonista do filme e contracena ainda com Willem Dafoe e Vanessa Redgrave.
Miral

Sinopse:
Em 1948, após o massacre de Deir Yassin perpetrado por israelitas numa aldeia nos arredores de Jerusalém, Hind Al-Husseini (Hiam Abbass), uma jovem mulher, recolhe 55 crianças desamparadas, criando a Dar al-Tifl al-Arabi, um orfanato para as crianças desfavorecidas na capital da Palestina.
Em 1978, após o suicídio da mãe, Miral, de apenas sete anos, é levada para ser educada na que, com o passar dos anos, se tornou na melhor escola de raparigas do país.
Dez anos depois, com o país em guerra, Miral (Hiam Abbass) tem de tomar a maior decisão da sua vida: abandonar o conforto e protecção da escola e lutar pelos seus ideais, associando-se a um grupo de idealistas decididos a lutar, ou seguir os estudos e ajudar o seu povo de uma outra maneira.
Realizado por Julian Schnabel (“Basquiat”, “Antes que Anoiteça”, “O Escafandro e a Borboleta”) é baseado na obra autobiográfica da jornalista Rula Jebreal que, no filme, entra como argumentista.
Trailer:

www.youtube.com/watch?v=XdPZEmtk7CA

Realizador: Julian Schnabel
Argumento: Rula Jebreal
Intérpretes: Freida Pinto, Hiam Abbass, Willem Dafoe, Yasmine Elmasri, Omar Metwally, Alexander Siddig, Ruba Blal, Vanessa Redgrave, Makram Khoury
Estreia Mundial: 2010
Estreia em Portugal: 16 de Junho de 2011
Mais Info: IMDB
Site Oficial: clique aqui

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Portugal em Annecy com a maior presença de sempre

Cinema

Portugal em Annecy com a maior presença de sempre

O Festival Internacional do Cinema de Animação de Annecy, que decorrerá entre os dias 06 a 11 de Junho, é o mais importante de divulgação deste género cinematográfico, recordou o realizador.
Na competição de curtas-metragens foram escolhidos três filmes portugueses: "Viagem a Cabo Verde", de José Pedro Ribeiro, "O sapateiro", de David Doutel e Vasco Sá, e "Conto do vento", de Nelson Martins e Cláudio Jordão.
Fora de competição serão exibidos "A única vez", de Nuno Amorim, e "Os olhos do farol", de Pedro Serrazina.
Na secção competitiva de séries de televisão estará um episódio da produção "Dodu, o rapaz de cartão", de José Miguel Ribeiro.
"Afonso Henriques, o primeiro Rei", de Pedro Lino, feito no âmbito dos 900 anos do nascimento do monarca, integra a competição de filmes educativos, científicos e empresariais.
A produtora Sardinha em Lata terá ainda um espaço de divulgação do seu trabalho, em parceria com a Agência da Curta-Metragem, no MIFA, o mercado internacional de filmes de animação, que decorrerá em paralelo ao festival.
Mesmo que os filmes não conquistem qualquer prémio, José Miguel Ribeiro disse que a presença em Annecy é importante por causa da "visibilidade mundial".
"As grandes compensações dos festivais são a visibilidade. Estão lá programadores, produtores que podem levar depois os filmes para os seus festivais", disse.
A presença de tantos filmes portugueses num festival como Annecy acontece poucos meses depois do agentes do cinema de animação em Portugal terem elaborado uma carta estratégica para o setor para os próximos dez anos, reivindicando mais verbas.
Produtores, realizadores, argumentistas defendem a vitalidade de um setor que tem tido reconhecimento e prémios internacionais e que consideram ter "potencial para o país".
"Ao contrário de tudo o que tem acontecido de mau, vêm estas boas notícias de seleção para festivais como o de Annecy e que há pelo menos o reconhecimento internacional de que em Portugal há filmes de qualidade e que há pessoas a fazer cinema de animação", disse José Miguel Ribeiro.
Foi no festival de Annecy que a realizadora Regina Pessoa venceu em 2006 o grande prémio com a curta-metragem "História Trágica com Final Feliz".
Este ano a realizadora integra o júri que atribui o prémio à melhor curta-metragem.
(ES)