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“Capitão América”, o Novo Vingador, nas salas de cinemaChega hoje, 04 de Agosto, às salas de cinema portuguesas, “Capitão América-O Novo Vingador”, um filme de Joe Johnston, vindo da banda desenhada da Marvel. No universo Marvel, Steve Rogers apresenta-se como voluntário para participar num programa experimental que o irá tornar no Super Soldado conhecido como Capitão América. A partir daqui Rogers irá unir esforços com Bucky Barnes e Peggy Carter para entrar em guerra contra a organização malvada Hydra, liderada pelo mauzão maior, o Caveira Vermelha. “Capitão América-O Primeiro Vingador”é um filme de acção, bom, que segue a trama da Marvel, dando-lhe alguns salpicos de humor, romance e muita acção violenta e explosiva. São duas horas de luta entre o bem e o mal, aliás um mal mesmo muito mau. Capitão América, ou seja Steve Rodgers, uma interpretação de Chris Evans, é um jovem que, em 1942, em plena segunda guerra mundial, não consegue alistar-se para ir matar nazis, porque para além de ser magro e minorca, é um poço de doenças. Mas um dia cruza-se com um cientista, Abraham Erskine, interpretado por Stanley Tucci, que ao ver a sua vontade e a sua frustração o desafia a matar nazis. É a entrada em cena de Tommy Lee Jones, um comandante que goza com o lingrinhas de 40kg e asmático e que traz ao filme os melhores momentos de humor. E o amor chega com Peggy Carter, uma interpretação de Hayley Atwell, que vê em Steve o herói da sua vida. Este filme que podemos considerar um bom filme de acção e também um filme com impressionates efeitos especiais. Emagrecer e encurtar Chris Evans daquela forma é obra e a sua transformação é dramática a avaliar pelo berro que se ouve. Mas o resultado é de espantar aos olhos de todos, femininos ou masculinos. Valeu a pena! E temos o Capitão América pronto para matar nazis, porque Steve “não gosta de rufias, seja eles de onde forem”. Já temos um herói, ou seja o bom. Precisamos do vilão. E o vilão e arqui-inimigo do Capitão América é Red Skull, um detentor de super poderes que quer usar contra o mundo. É Hugo Weaving, que já vimos em “Matrix” e que agora surge com sotaque alemão. Uma excelente interpretação pela raiva e ódio que transmite. Samuel L. Jackson faz uma aparição no final do filme, lembrando a Steve Rogers que dormiu setenta anos e que há um mundo que o espera. E ele agora tem uma responsabilidade, é o Capitão América. |
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Zita Ferreira Braga




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